Perto do objetivo, Tiago Torres ficou satisfeito por testar nível contra jogador “bastante melhor”

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Perto do objetivo, Tiago Torres ficou satisfeito por testar nível contra jogador “bastante melhor”

OEIRAS – Tiago Torres disse esta terça-feira adeus à prova individual do Oeiras Open 4 depois de superar a fase de qualificação. Jaime Faria foi o responsável e o teste foi do agrado do atual número seis nacional.

Entre os elogios ao compatriota “imprevisível”, Torres gostou do que apresentou, ainda que tenha sentido não ter feito o melhor dos encontros no plano tático. Essencialmente, mesmo com cerca de 400 posições a separá-los no ranking ATP, o lisboeta não sentiu tamanho desnível dentro do Court Central do Jamor.

“Queria saber mais ou menos em que nível é que estou. Estou a 500 [534], mas sei que sou melhor do que 500 na maior parte dos dias. Por outro lado, não posso dizer isso se sou 500. Só jogando contra este tipo de jogadores é que percebes o que há para melhorar. Ele é bastante melhor do que eu ao dia de hoje, mas não senti o nível assim tão diferente como se calhar pensava”, sublinhou no rescado em conferência de imprensa.

Quando finalizar o torneio – vai disputar o quadro de pares ao lado de Francisco Rocha -, Tiago Torres tem planeadas três semanas de treino e quatro de competição: quatro provas ITF M25, San Sebastian, Lourinhã, Porto e Figueira da Foz. A ideia passa por adicionar o máximo de pontos possíveis antes de começar a defesa pontual. Isto porque o luso de 23 anos tornou-se profissional no final de julho após o curso de gestão na Universidade do Texas, em San António.

A partir daí tem galgado terreno na hierarquia (na altura, no Eupago Porto Open, estava no posto 1257 ATP) e já arrecadou 12 triunfos a nível Challenger (três em quadros principais), atingiu três finais ITF M15, uma semifinal ITF M25 no passado sábado e os maiores escalpes do palmarés, além do título de campeão nacional absoluto em dezembro.

“Tinha o objetivo de fazer 100 pontos [em 52 semanas de ranking], tenho 80 e poucos [84]. O objetivo era o top 500 [vai ficar à porta] ou 100 pontos. O ano não está a correr nada mal. Tenho bastantes vitórias, quase não tenho primeiras rondas [perdidas], tenho bastantes jogos nas pernas. Vou com muitos dias nas pernas e não me sinto lesionado. Fisicamente estou bem, as coisas estão a ser bem feitas e estou com confiança. Não me posso queixar do primeiro ano a full.

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