Henrique Rocha despede-se do Jamor com mudança de chip e de piso na mira

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Henrique Rocha despede-se do Jamor com mudança de chip e de piso na mira

OEIRASHenrique Rocha voltou a ser eliminado na ronda de estreia de um torneio Challenger na nave de campos cobertos do Jamor e não escondeu as más sensações antes de meter o foco nos desafios que se seguem, em pólos tão opostos do globo quanto possível: primeiro a China, depois a América do Sul.

“Foi um encontro complicado, em que cometi mais erros do que nas semanas anteriores e no qual o nível não esteve tão bom. Tentei competir com o que tinha, mas ele cria-me sempre algumas dificuldades e deixa-me desconfortável. Vai variando muito o ritmo, não sei se sempre de propósito ou se às vezes um bocadinho sem querer, mas de facto vai fazendo isso e há alguns ritmos que me deixam desconfortável. Hoje também falhei mais esquerdas do que o normal e ele acabou por agarrar-se bem e conseguir safar-se”, explicou em relação à quarta derrota em quatro encontros perante Alejandro Moro Cañas.

Concluída mais uma passagem pouco frutífera pela nave de campos cobertos, onde soma apenas um triunfo na dezena de encontros individuais realizados a nível Challenger, Rocha terá duas viagens transcontinentais pela frente nas próximas semanas: primeiro até à China, para disputar o Grupo Mundial 1 da Taça Davis em Guangzhou, depois até à América do Sul, onde deverá regressar ao circuito principal no qualifying do ATP 500 do Rio de Janeiro e do ATP 250 de Santiago, estes já em terra batida.

“O [Nuno] Borges está num patamar acima, mas eu, o Jaime e o Tiago estamos muito perto. Mesmo que não jogue, quero tentar fazer uma boa semana de treinos com bons companheiros de treino e se jogar ainda melhor e vou para o campo com tudo”, prometeu sobre nova viagem com as quinas ao peito.

Já em relação ao regresso à América do Sul, o número três português explicou que “já levo alguns meses a jogar só em piso rápido, com uma passagem na Maia pelo meio, e acabo sempre por ser um bocadinho mais perigoso em terra batida. Na Europa nesta altura só dá para jogar em indoors e não é o meu piso favorito, por isso esta opção acaba por ser a melhor e de certa forma já começo uma preparação para Roland-Garros.

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