O Challenger de Fujairah foi cancelado horas depois de uma explosão no Centro de Petróleo do Porto da cidade ter levado a organização a suspender a jornada desta terça-feira nos Emirados Árabes Unidos, onde está o português Frederico Silva. Aos jogadores, a ATP exige 5.000 euros por cada bilhete individual para o voo charter de evacuação que está a ser organizado.
O agravar da situação no Médio Oriente levou a organização a colocar o torneio em standby no domingo, mas na segunda-feira foram disputados todos os encontros da primeira ronda do qualifying e esta terça-feira já tinham sido concluídos alguns embates da ronda de acesso quando uma explosão a cerca de 10km do clube, causada pela interceção de mísseis, causou a evacuação imediata.
Horas depois, a ATP anunciou o cancelamento quer deste torneio, quer do que estava previsto para a próxima semana. Aos jogadores, comunicou que está a ser estudada a possibilidade de organizar um voo charter na quinta-feira, dia 5 de março, com partida de Mascate (Omã, a cerca de 300km) e escala no Egito antes do destino final, Milão (Itália), que terá um custo de 5.000 euros por pessoa.
A decisão foi comunicada por e-mail aos jogadores, sendo-lhes pedido que manifestem interesse “o mais rápido possível”. Na sequência do valor exigido a jogadores e equipas técnicas, foram vários os tenistas que tornaram pública a mensagem como forma de contestação.
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