Relembre as partidas mais memoráveis de Roland Garros 2026

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Relembre as partidas mais memoráveis de Roland Garros 2026

Roland Garros 2026 foi palco de algumas das partidas mais marcantes dos últimos anos no circuito profissional. Viradas improváveis, recordes históricos, emoções fora das quadras e batalhas físicas que testaram os limites dos atletas tornaram esta edição surpreendente. Confira os duelos que mais se destacaram ao longo do torneio.

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João Fonseca 3 x 2 Novak Djokovic (4/6, 4/6, 6/3, 7/5, 7/5)

Uma partida que os brasileiros não vão esquecer tão cedo. João Fonseca se tornou o tenista mais jovem a derrotar Novak Djokovic em um Grand Slam e apenas o segundo na história a vencer o sérvio após sair com desvantagem de dois sets a zero. Foi a segunda virada consecutiva do brasileiro no torneio, que depois eliminou Casper Ruud para colocar o Brasil nas quartas de final da chave masculina de simples de um Grand Slam após 22 anos.

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João Fonseca, Roland Garros, Novak Djokovic
Novak Djokovic e João Fonseca (Foto: Clément Mahoudeau/FFT)

Moise Kouame 3 x 2 Adolfo Daniel Vallejo (6/3, 7/5, 3/6, 2/6, 7/6)

O francês de apenas 17 anos, Moise Kouame, em sua primeira participação em Roland Garros, escreveu seu nome na história do torneio. Após estrear com vitória e se tornar o tenista mais jovem a vencer uma partida na chave principal de um Grand Slam em 17 anos, superou uma batalha de 4 horas e 56 minutos na Suzanne-Lenglen para derrotar o 71º do ranking, Vallejo. Com a vitória, Kouame completou ao lado de Rafael Jodar e João Fonseca o primeiro trio de tenistas abaixo dos 20 anos a chegar à terceira rodada de um Grand Slam desde Nadal, Djokovic e Monfils, em 2006.

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Moise Kouame, Adolfo Daniel Vallejo, Marin Cilic, Roland Garros
Foto: FFT

Diana Shnaider 2 x 1 Aryna Sabalenka (3/6, 7/5, 6/0)

Uma das maiores viradas da edição. Aryna Sabalenka, número 1 do mundo, parecia encaminhada para a semifinal ao liderar por 6/3 e 4/1 sobre a russa Diana Shnaider nas quartas de final. Porém, Shnaider venceu 12 dos últimos 13 games da partida, aplicou um “pneu” na bielorrussa e alcançou sua primeira semifinal de Grand Slam em Paris. A derrota de Sabalenka foi o último acontecimento que faltava para garantir que Roland Garros teria campeões inéditos nas duas chaves neste ano, algo que não ocorria desde 1977.

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Diana Shnaider, Aryna Sabalenka, Roland Garros
Foto: Pierre Froget/FFT

Marta Kostyuk 2 x 1 Elina Svitolina (6/3, 2/6 e 6/2)

Em um duelo de quartas de final 100% ucraniano, o primeiro da história em um Grand Slam, Marta Kostyuk venceu a compatriota para se tornar a primeira mulher ucraniana a alcançar as semifinais de Roland Garros na era aberta. No momento, Kostyuk seguia imparável no saibro, somando uma marca impressionante de 17 vitórias em 17 jogos disputados na superfície na temporada.

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Marta Kostyuk, Roland Garros, Elina Svitolina
Foto: Philippe Montigny/FFT

Jakub Mensik 3 x 2 Mariano Navone (6/3, 2/6, 6/4, 1/6, 7/6)

Uma das batalhas mais físicas da primeira semana de calor intenso em Paris. Jakub Mensik chegou a precisar sair em cadeira de rodas após vencer o argentino Mariano Navone em 4 horas e 41 minutos de confronto, com o duelo se estendendo até o tie-break do quinto set, onde o tcheco aproveitou o sétimo match-point em 13-11. A vitória foi parte de uma campanha que incluiu a eliminação de Alex De Minaur e João Fonseca antes de Mensik parar na semifinal diante do eventual campeão, Alexander Zverev.

Jakub Mensik, Mariano Navone, Roland Garros
Jakub Mensik e Mariano Navone ao final do confronto (Foto: Clément Mahoudeau/FFT)

Naomi Osaka 2 x 1 Iva Jovic (7/6, 6/7, 6/4)

Uma das partidas mais longas da chave feminina nesta edição, com 2 horas e 59 minutos de duração. A vitória sobre Jovic não apenas representou a primeira vez que Naomi Osaka derrotou uma tenista do top 30 em Roland Garros, como marcou o avanço à quarta rodada, a sua melhor campanha na história do torneio. Tudo isso sem contar o espetáculo fora das quadras: Osaka voltou a brilhar com seu traje especial, desenvolvido ao lado do estilista suíço Kevin Germanier, tornando sua participação em Paris inesquecível dentro e fora das quatro linhas.

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Naomi Osaka, Roland Garros, Iva Jovic, Aryna Sabalenka
Foto: Amélie Laurin/FFT

Matteo Arnaldi 3 x 2 Frances Tiafoe (7/6, 6/7, 6/3, 7/6, 6/4)

Apesar de não ter conseguido disputar a semifinal por conta de uma virose que o forçou a abandonar o torneio horas antes do duelo, Matteo Arnaldi foi dono de uma das batalhas mais memoráveis da edição. Em 5 horas e 26 minutos, o italiano se recuperou de uma desvantagem de 4/1 no quarto set para virar sobre Frances Tiafoe e fazer história em Paris. Ao todo, Arnaldi passou impressionantes 17 horas e 42 minutos em quadra em seus quatro jogos no torneio. Isto representou uma hora e 58 minutos a mais do que qualquer outro tenista havia levado para chegar às quartas de final em um Grand Slam desde que a ATP passou a registrar oficialmente a duração das partidas.

Matteo Arnaldi, Frances Tiafoe, Roland Garros
Matteo Arnaldi após vitória sobre Frances Tiafoe (Foto: Loïc Wacziak/FFT)

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