Promessa Petra Marcinko, dentro do top 100 WTA, passeia qualidade rumo aos “quartos” no Jamor

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Promessa Petra Marcinko, dentro do top 100 WTA, passeia qualidade rumo aos “quartos” no Jamor

OEIRAS – Petra Marcinko é uma das mais promissoras tenistas do circuito feminino e veio ao Oeiras Ladies Open como uma das mais fortes candidatas ao título, fruto de ser uma das cinco top 100 presentes na competição.

A ex-número um mundial de sub-18 e campeã do Australian Open do escalão em 2022 é falada há muitos e agora vem confirmando esses pergaminhos ao ser a 80.ª melhor tenista do mundo (69.ª em fevereiro). Aliás, a croata apresenta um belo pecúlio em finais, com 12 títulos em 14 decisões – um desses troféus, e uma final, foi amealhado a nível WTA 125.

Esta quarta-feira, Marcinko voltou a vencer sem problemas e chega aos quartos de final sem perder qualquer set apenas 12 jogos. A última vítima foi a belga Greet Minnen (150.ª, ex-top 60), finalista no Oeiras CETO Open da época transata e com dois títulos lusos no currículo. O triunfo deu-se com os parciais de 6-2 e 6-4 em 71 minutos. Só enfrentou um break point e disparou winners de todos os lados do court e de todos feitios. Disparou também sete ases e a maior parte do tempo mostrou-se intransponível perante uma adversária que a tinha derrotado nos dois confrontos anterior ao ceder apenas quatro jogos.

Nos quartos de final, a terceira cabeça de série (que esteve no Jamor ao serviço da seleção na semana anterior com um saldo de duas vitórias em três duelos), campeã do W60 das Caldas da Rainha em 2023, vai agora ter outra opositora de relevo: a eslovaca Rebecca Sramkova, 122.ª da tabela WTA e 33.ª em julho do ano passado, detentora de um troféu no circuito principal em três decisões.

Sramkova abriu o Court Central e despachou a eslovena Veronika Erjavec, sexta cabeça de série e 104.ª da hierarquia (91.ª em março), por 7-5 e 6-1, mostrando toda a variedade e agressividade do seu ténis. A chave esteve no primeiro parcial, quando a ex-top40 viu a adversária servir a 5-4, 40-0. A partir daí descolou e amealhou 10 jogos nos derradeiros 11, nove dos quais consecutivos.

O outro encaixe dos quartos de final definido nesta jornada vai opor a neerlandesa Suzan Lamens (119.ª), campeã deste torneio em 2024 (no primeiro WTA 125 da histórica nacional) à americana Robin Montgomery (416.ª, mas 95.ª em junho), antiga líder do ranking de sub-18.

Lamens (57.ª em setembro do ano passado e vencedora do WTA 250 de Osaka em 2024) adora jogar no Jamor (em fevereiro, nos cobertos, atingiu uma meia-final e uns quartos de final nos primeiros WTA 125 da época lusa) e chega aos quartos de final também sem ceder sets. Nesta jornada superou a qualifier Carol Young Suh Lee (169.ª) por 7-6(4) e 6-3.

Montgomery, dois dias após resgatar cinco match points na ronda inaugural, ultrapassou a compatriota e amiga de Lamens, Anouk Koevermans (159.ª) – este ano com 15 triunfos, dos 19 totais, em Portugal, com destaque para um título ITF no Monte Aventino – por 6-4 e 7-6(7) e neste caso salvou dois set points no segundo parcial.

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